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Especial

NYC: Um lugar chamado Staten Island

Conheça o distrito (ou borough) que fica a 30 minutos de Manhattan, dá pra ir de graça e reserva boas surpresas.

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Snug Harbor em Staten Island é refúgio silencioso em Nova York. (Foto: Uai Turismo)

Como já sabemos a cidade de Nova York é organizada em 5 distritos: Manhattan, Brooklyn, Bronx, Queens e Staten Island. Alguns mais famosos que outros, e cada um com sua personalidade e sua história. O Uai Turismo foi conhecer o distrito de Staten Island, que, com ares de interior oferece uma vista deslumbrante da ilha de Manhattan e algumas opções para fugir da agitação durante 1 ou 2 dias.

Primeiramente chegar até Staten Island é fácil e barato, aliás barato não, gratuito! Sim, existe um ferry boat que sai dol Whitehall Terminal em Manhattan e em torno de 30 minutos é possível chegar ao distrito. O bacana do transporte é que ele tem cara de passeio, pois passa perto da Estátua da Liberdade e rende fotos incríveis do símbolo da cidade. Portanto, se quiser economizar com o passeio em torno da Estátua da Liberdade, uma boa opção é pegar o ferry boat com destino a Staten Island. Ah, e ele sai todos os dias da semana, de 30 em 30 minutos, durante 24 horas!

Vista da Estátua da Liberdade a caminho de Staten Island. (Foto: Uai Turismo)

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Chegando lá você já desembarca em um outlet novinho em folha! É o Empire Outlet, que além das lojas como Nike, Banana República e outras, possui restaurantes desde fast food até comida japonesa. E ainda oferece uma programação cultural extensa organizadas pelas estações do ano. Ele também tem aquele visual que adoramos, com vista para Manhattan, Brooklyn e Nova Jersey.

Atração imperdível em Staten Island: Complexo Snug Harbor Cultural Center & Botanical Garden

O complexo fica numa área verde e agradável, com árvores e gramados extensos e é possível passar boas horas por lá com várias atividades. Confira:

Centro Cultural e Jardim Botânico Snug Harbor: ele fica localizado no antigo terreno de uma casa de repouso do século XIX, a Sailors’ Snug Harbor. Os marinheiros começavam a trabalhar muito cedo, por volta de 12 ou 13 anos de idade, por isso perdiam todo o contato com suas famílias. A casa de repouso então, era o local para onde eles iam ao se aposentar. Hoje é um lugar onde a história, a arquitetura, os jardins, a agricultura, as artes visuais e performativas e a educação se unem para proporcionar uma experiência dinâmica para todas as idades.

Detalhes da arquitetura e jardinagem chinesa podem ser vistas em uma das áreas do Snug Harbor. (Foto: Uai Turismo)

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Para isso são 28 edifícios, 14 jardins botânicos distintos, uma fazenda urbana de dois acres, pântanos e parques em um campus aberto, gratuito e exclusivo. Portanto, Snug Harbor é o lar do Newhouse Center for Contemporary Art, do Staten Island Museum, do Staten Island Children’s Museum, da Noble Maritime Collection, do Art Lab, da Children’s Harbor Montessori School e do Staten Island Conservatory of Music, bem como de dezenas de outras pequenas empresas, artistas e músicos, inquilinos e locatários. Vamos conhecer alguns deles?

The Noble Maritime Museum: Hoje a missão do museu é preservar e interpretar a arte, os escritos e os artefatos marítimos históricos do ilustre artista marinho John A. Noble (1913-83) e continuar seu legado de celebrar as pessoas e as tradições da orla marítima do porto de Nova York. A visita é cheia de histórias e curiosidades e o acervo marítimo com miniaturas é bem interessante.

O acervo e a história de John A. Noble pode ser visto no The Noble Maritime Museum.
(Foto: Uai Turismo)

Staten Island Museum: O museu foi fundado em 1881 e tem um acervo que envolve muito a comunidade de Staten Island. Por lá toda a curadoria trabalha para valorizar a diversidade e procuram pontos fortes do ser humano e suas artes, seja qual for sua raça, etnia, cultura, língua, religião, gênero, orientação sexual, estrutura familiar, crenças pessoais, idade, capacidade, status socioeconômico, status de imigração, geografia e país de origem. Todas as formas de arte são bem-vindas. Existe por lá também um acervo de espécies animais bastante curioso.

O State Island Museum tem um acervo bastante diverso e vale a visita. (Foto: Uai Turismo)

Alice Austen House Museum

Alice Austen foi uma mulher à frente se seu tempo. Nascida em 1866 ela se apaixonou pela fotografia aos 10 anos de idade. Ao longo de sua vida, ela documentou as populações imigrantes de Nova York, as atividades sociais das mulheres vitorianas e as características naturais e arquitetônicas. Em uma época onde as mulheres não tinham voz, ela era uma mulher lésbica que trabalhava e empreendia.

A casa que abriga o Alice Austen Museum. (Foto: Uai Turismo)

O museu fica em uma casa à beira-mar (também com um visual impressionante) e é designado nacionalmente pela história LGBTQ+, centrado no relacionamento de 56 anos entre Alice Austen e sua companheira de vida Gertrude Tate. Na visita ao museu é possível conhecer sua história, mobiliário da época e, claro, suas fotografias.

Alice Austen foi uma mulher à frente de seu tempo. (Foto: Uai Turismo)

Um restaurante americano, mas sem fast food em Staten Island

Como ilha tem ares de interior, por lá é fácil perceber o genuíno “jeito de viver americano”, por isso um restaurante que tem essa cara é o J’s on the Bay. O restaurante serve uma cozinha americana moderna com um toque especial. O chef Joe Salimeni apresenta sua própria versão da nova culinária americana e o ambiente é aconchegante e muito bem decorado. As pizzas por lá também têm um toque especial do chef.

O J’s on the Bay tem a atmosfera típica americana e comida deliciosa. (Foto: Uai Turismo)

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Nova York é um mundo de possibilidades e esse especial trouxe uma parte do que é possível fazer na cidade que nunca dorme e que agrada a todos, basta escolher o programa certo para o seu perfil. Uma cidade que flui como uma orquestra e que o mínimo é feito com cuidado e profissionalismo. Por ora, ficam aqui as dicas aos que querem conhecer a cidade de Nova York e o aprendizado aos que querem fazer diferente no turismo brasileiro.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.